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Fraco
investimento ambiental
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Santafé de Bogotá - A Colômbia investiu, em 1999,
apenas 0,46% de seu Produto Interno Bruto na conservação
de seus recursos naturais, valor considerado baixo
pela Controladoria Geral (que fiscaliza as contas)
em comparação com as necessidades do país.
A
Colômbia está "longe de obter um desenvolvimento sustentável
aceitável" devido ao baixo gasto público e à falta
de coordenação da política ambiental, advertiu a Controladoria.
Cerca
de 53 milhões dos 114 milhões de hectares da Colômbia
estão cobertos por florestas naturais e 21,6 milhões
por outro tipo de vegetação.
Além
disso, Universidade Nacional alertou que 10% de seus
solos apresentam problemas de erosão devido ao desmatamento
e que a qualidade do ar se deteriorou sensivelmente
nos últimos 20 anos.
México - O jaguar, um felino que
foi deus e amigo dos povos pré-hispânicos do México,
volta a aparecer no norte do país, onde era considerado
extinto.
Pegadas desses animais de médio
porte foram descobertas no mês passado em zonas desérticas
do estado de Sonora e no sul dos Estados Unidos, segundo
funcionários da Secretaria do Meio Ambiente.
Embora no México só tenham sido
vistas algumas pegadas, grupos ecologistas e autoridades
tomaram medidas para rastrear o animal, cuja pele
é semelhante à do tigre, e avaliar suas condições
de vida.
O México conta com 45 espécies
de animais raros, 148 ameaçadas, 146 em perigo de
extinção e 82 em situação de proteção especial, segundo
dados oficiais. Nas duas últimas categorias está o
jaguar.
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"Ecocondomínio",
mau negócio
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Santiago - Um projeto "eco-milionário"
de desenvolvimento no extremo sul do Chile para vender
lotes com base em atrativos naturais, está resultando
um mau negócio.
Em um ano e meio, foram
vendidos apenas 14% dos sítios, com preços entre 14
mil e 56 mil dólares, informou a Imobiliária Las Delicias,
dona do projeto Puerto Austral Patagonia do Chile.
O "ecocondomínio" fica na província de Palena, 1.300
quilômetros ao sul de Santiago, numa região de florestas
nativas, baias, canais, vulcões e fontes termais.
Além dos atrativos naturais,
os investidores tentaram atrair compradores com infra-estrutura
para a prática de vela, pesca esportiva e montanhismo.
O virtual fracasso do projeto é bem visto pelos grupos
ecologistas.
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Ecossistemas
em retrocesso
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Buenos Aires - Três ecossistemas
da Argentina correm o risco de desaparecerem, e com
eles se extinguirão os últimos exemplares de algumas
espécies, adverte a Fundação Vida Silvestre.
Um deles é o Pastizal Pampeano,
no centro do país, a região mais rica para a alimentação
do gado e de diversidade média pelas espécies que
abriga.
O biólogo Claudio Bertonatti,
que participou da pesquisa, explicou que descrições
de naturalistas, como Charles Darwin, agora resultariam
em ficção científica, devido às numerosas espécies
perdidas.
O Espinal, um anel de florestas
em torno da Pampa, está em franco retrocesso: desapareceu
o caldén e restam escassos exemplares de outras árvores
nativas, como o algarrobo e o ñandubay.
Outro ecossistema ameaçado
é o Chaco, que abrange o nordeste do país e parte
do centro e é habitat do cervo dos pântanos, do pichiciego
e do gato margay. Os mananciais do Chaco foram afetados,
o que provoca inundações cada vez mais frequentes.
*Fonte:
Inter Press Service.
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