Va al Ejemplar actual
PNUMAPNUD
Edición Impresa
MEDIOAMBIENTE Y DESARROLLO
 
Inter Press Service
Buscar Archivo de ejemplares Audio
 
Home Page
Ejemplar actual
Reportajes
  Análisis
  Grandes Plumas
  Acentos
  Entrevista y P&R
  Ecobreves
  ¿Lo sabías?
  Tú puedes
  Libros
  Galería
Ediciones especiales
Gente de Tierramérica
  ¿Quiénes somos?
Geojuvenil
Espacio de debate hecho por jóvenes y para Jóvenes
Geojuvenil
 
Cambio Climático
Proyecto de soporte a negociación ambiental

Cambio Climático

  Inter Press Service
Principal fuente de información
sobre temas globales de seguridad humana
  PNUD
Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo
  PNUMA
Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente

 
Conecte-se


Mamíferos encouraçados

Aqueles que desejam encontrá-los na Internet poderão fazê-lo com muitos nomes: tatu, tatu-bola, mulita, quirquincho, armadillo. Todos descrevem, em diferentes países e regiões, um dos habitantes mais estranhos da América: um mamífero encouraçado. Do ponto de vista científico têm outra denominação: fazem parte da ordem Endentata e da família Dasypodidae. Existem umas 20 espécies distintas de tatu, que habitam em diferentes latitudes e, inclusive, têm hábitos distintos, embora todos compartilhem como característica fundamental a carapaça.

Os tatus apareceram há cerca de 50 milhões de anos no território da América do Sul. Há numerosos restos fósseis que evidenciam sua presença, e a de antigos parentes já extintos, como o gliptodonte. Sua curiosa aparência encantou os primeiros europeus que os viram, mas sua existência na época já nutria o conhecimento dos povos indígenas. Sua presença é escorregadia. Entretanto, é fácil detectá-lo em nossa cultura: em contos e lendas de lugares como Peru, México e Bolívia. A carapaça do tatu foi utilizada para fabricar o charango, um instrumento de cordas originário da Bolívia. E, em algumas regiões, esta espécie é considerada comestível.

Atualmente, é possível encontrar tatus desde o Sul do Chile até a parte meridional dos Estados Unidos. Sua presença na América do Norte data de meados do século passado, e em alguns lugares, como no Texas, são tão abundantes que muitos os consideram uma praga. Porém, em outras regiões, há espécies de tatu que enfrentam o perigo de extinção, seja por depredação ou pela destruição de seu habitat. É o que acontece, por exemplo, com o tatu-canastra.

Portal tatu Online (em inglês)
O mundo científico dos tatus (em inglês)
Tatus segundo a enciclopédia (em espanhol)
Sobre o tatu na Argentina (em espanhol)
Biologia do Tatu (em português)
Invasão de tatus nos Estados Unidos (em inglês)
Tatus no Texas (em inglês)
Breve lenda sobre o tatu mexicano (em espanhol)
Lenda boliviana (em espanhol)
Lenda peruana (em espanhol)
O tatu na gastronomia (em espanhol)
Tatu cozido (em espanhol)
Tatu-canastra (em português)
Origem do tatu (em espanhol)
Zoo Virtual (em português)

O outro mundo

Os oceanos e mares representam um mistério sem fim. Suas águas ocupam a maior parte do planeta e representam 99% de todo o espaço habitável por seres vivos, vale dizer, animais e plantas, num mundo que ironicamente conhecemos como Terra. Uma terra onde as praias representam a fronteira com um outro mundo, medianamente conhecido, em cujas profundidades explorações, tão desafiantes como a do espaço exterior, buscam explicações e oportunidades. A ciência garante que a vida surgiu primeiro nos oceanos, e alguns visionários consideram que ali está a chave para o futuro da humanidade. Para começar, como fonte de recursos. Os oceanos costumam estar associados à imensidão, devido às suas dimensões e à extraordinária biodiversidade que abrigam suas águas salgadas, e, entretanto, estão ameaçados: seus principais inimigos são a poluição e a superexploração a partir da superfície terrestre.

A relação de nossa civilização com os oceanos está marcada por sua inegável presença em nossas vidas, origem de numerosas atividades humanas e, por certo, de muitas culturas, vocabulários, travessias. E, agora, também pelas iniciativas para defender a qualidade de seu meio ambiente. O planeta, segundo a geografia humana, tem três oceanos com nome próprio e cerca de 18 mares, com uma vocação regional mais definida. "O mar une as nações, em lugar de dividi-las", assegura o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Klaus Topfer, ao referir-se à necessidade de atuar coordenadamente para evitar sua degradação.

Quem desejar navegar através dos oceanos, a partir da Internet, terá a oportunidade de descobrir um mundo repleto de websites. A fascinação e a urgência para evitar a perda desta fonte de vida tem conquistado o ciberespaço:

Ocean Planet, Smithsonian Institute (em inglês)
Comissão Oceanográfica Intergovernamental, Unesco (em inglês)
Ano Internacional do Oceano, 1998 (em inglês)
Mares regionais, Pnuma (en inglês)
Programa Mundial de Ação para a Proteção do Meio Marinho - Pnuma (em espanhol)
Mare Nostrum (em espanhol)
Glossário (em espanhol)
Diretório do Oceano (en inglês)
O oceano a partir do espaço (em inglês)
Oceanic, Ocean Information Center (em inglês)
Ocean Pilot (diretório), Unesco (em inglês)
Tsunami (em inglês)

Sobe a temperatura

Quando tentamos imaginar o "efeito estufa" podemos pensar nisto: uma camada de gases que envolvem a atmosfera e prende a energia emitida pelo planeta. Trata-se de um fenômeno natural, mas durante os últimos anos, ficou evidente uma nova realidade: aumentou além do normal, resultado da atividade humana. A emissão dos gases que causam o efeito estufa pode ser atribuída a incêndios casuais ou erupções vulcânicas. Nos últimos anos uma fonte fundamental tem sido os processos de combustão de nossa civilização, entre os quais se destacam os associados à queima de hidrocarbonetos, seja em fábricas ou em automóveis.

O problema de um efeito estufa anormal é que gera uma mudança climática no planeta, neste caso um aquecimento. Os cientistas prevêem variações que parecem mínimas, de uns poucos graus centígrados, mas que podem prejudicar severamente os ecossistemas. Este fenômeno causou alarme mundial. Os países do mundo foram convocados a participar ativamente em uma Convenção Marco sobre Mudança Climática patrocinada pelas Nações Unidas, e assinar o Protocolo de Kyoto, documento que conclama à ação para se tentar compensar o efeito estufa e suas conseqüências.

As nações industrializadas, maiores consumidoras de energia, foram convocadas a tomar a dianteira no controle das emissões dos gases que causam o efeito estufa. O diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Klaus Topfer, disse que "a ameaça mais profunda que a humanidade enfrenta neste momento é a perspectiva de que nossas atividades econômicas produzam um aquecimento global". Algumas das conseqüências previstas pelos cientistas são o derretimento das geleiras, aumento do nível dos mares e, inclusive, o desaparecimento ou migração de espécies. E esses sintomas já estão se manifestando.

Terramérica: a mudança climática (espanhol)
A quê se dá o nome de mudança climática (espanhol)
Mapa da emissão de gases que causam o efeito estufa
Efeito estufa e mudança climática - Unep.net (inglês)
Convenção sobre Mudança Climática - site oficial (inglês)
Protocolo de Kyoto (espanhol)
Sobre mudança climática (espanhol)
O que é o efeito estufa? (espanhol)
O gado também contribui (espanhol)




 

Copyright © 2001 Tierramérica. Todos los Derechos Reservados

 

Venda de tatu em Tixkokob, Yucatan, México

Venda de tatu em Tixkokob, Yucatan, México

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peixe no Mar do Caribe, Cancún.

Peixe no Mar do Caribe, Cancún. Crédito: Claudio Contreras