Quito - O governo do Equador
prepara-se para enfrentar a volta, este ano, do fenômeno
El Niño, corrente marítima quente do Pacífico que
altera o regime de chuvas e ventos causando secas
e inundações.
As autoridades decidiram instalar
"urgentemente" o Comitê Nacional para o Estudo Regional
do El Niño, vinculado à internacional Comissão Permanente
do Pacífico Sul.
O El Niño, cujas manifestações
parecem ser influenciadas pela mudança climática da
Terra, em 1997 causou na costa equatoriana perdas
superiores a US$ 1 bilhão, ao destruir centenas de
quilômetros de estradas e milhares de hectares de
colheitas.
Havana - Mais de um terço das
hortaliças e outros vegetais consumidos em Cuba procedem
da agricultura urbana. As autoridades mostrarão esse
tipo de produção como exemplo de cultivos ecológicos
no IV Encontro de Agricultura Orgânica, que acontecerá
em Cuba, entre 17 e 19 de maio, com a presença de
200 especialistas estrangeiros.
A crise econômica dos anos 90
obrigou Cuba a adotar novas técnicas e um sistema
de manejo para evitar a degradação dos solos e a contaminação
dos produtos.
Cerca de 10,4 mil hectares estão
dedicados à agricultura urbana, dos quais aguarda-se
para este ano uma produção de aproximadamente dois
milhões de toneladas.
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Colômbia: Saneamento ambiental
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Santafé de Bogotá - Cerca de
cem mil indígenas wayuu, do Norte da Colômbia, beneficiam-se
de um plano de saneamento ambiental lançado pelo Ministério
de Desenvolvimento com apoio da Organização Panamericana
de Saúde.
A primeira etapa do projeto,
aplicado na península de Guajira, consistiu na melhoria
da qualidade da água, feito com tecnologia de baixo
custo através da perfuração de poços e uso de bombas
manuais de extração.
A segunda fase é a construção
de unidades sanitárias para melhorar as condições
de higiene dos wayuu, comunidade afetada por doenças
gastrointestinais e parasitárias.
Buenos Aires - A organização
Greenpeace da Argentina colocou em operação este mês
um gerador próprio de energia solar em sua sede de
Buenos Aires, que fornecerá eletricidade excedente
à rede pública.
Oscar Soria, do Greenpeace, informou
que o objetivo é divulgar o uso dessa nova tecnologia,
cujo custo ainda é superior ao das fontes convencionais
de energia. Num ato simbólico, a organização anunciou
que devolverá o relógio que mede o consumo de eletricidade
à empresa distribuidora.
Entretanto, continuará pagando
pelo serviço, para evitar complicações legais. O Greenpeace
acredita que na Argentina existe potencial para atender
o consumo total com tecnologias alternativas, como
a solar e a eólica.
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