|
|
|
|
ARGENTINA: Algodão de laboratório
|
|
Buenos Aires - O governo da Argentina deu luz verde, em maio, a uma nova variedade de semente de algodão desenvolvida em laboratório, que será mais resistente a um herbicida específico e permitirá reduzir custos em até 20%.
A Secretaria da Agricultura, que há três anos e meio freava os avais para esse tipo de sementes, por temores de ambientalistas e consumidores, aprovou a nova variedade, que levará o nome de algodão RR. A semente foi desenvolvida pela empresa norte-americana Monsanto, a mesma que planejara a semente de soja RR, também resistente ao mesmo herbicida (o glifosato) fabricado pela própria companhia.
A Argentina é o segundo país do mundo, depois dos Estados Unidos, a contar com terras semeadas com organismos transgênicos.
Quito - A Universidade Central do Equador vai pesquisar, com apoio financeiro da empresa estatal de petróleo Petroecuador, a poluição do ar na capital, que causou o aumento das doenças respiratórias, especialmente nas crianças.
“A informação obtida vai permitir introduzir corretivos na formulação dos combustíveis e na gestão do manejo ambiental da capital”, garantiu Iván Narváez, diretor do Departamento Ambiental da Petroecuador. Setenta por cento da poluição é causada por ônibus com motores em “mau estado”.
Havana - Os tradicionais aguaceiros de maio e junho não seriam suficientes para terminar com a intensa seca que afeta o Leste de Cuba desde 1997, advertiu José Rubiera, chefe do Centro Nacional de Prognósticos do Instituto de Meteorologia.
A seca é “acumulativa” e não será solucionada por um período normal de chuvas. Apenas um ciclone tropical com abundantes precipitações devolveria às represas do Leste o volume normal de água, disse Rubiera.
A seca causa sérios danos à produção agropecuária e déficit de água para a população de cinco províncias da região, onde vivem mais de três milhões de pessoas.
|
|
|
|
BRASIL: Preparando o biodiesel
|
|
Rio de Janeiro - São necessários cerca de R$ 6 milhões para fabricar o biodiesel, um substituto do óleo diesel produzido a partir de óleos vegetais, mais conhecido como óleo de fritar, dizem os pesquisadores.
Especialistas da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, finalizam um estudo sobre o assunto, que será enviado, em maio, aos ministérios de Minas e Energia e de Ciência e Tecnologia. A proposta consiste em misturar 20% de biodiesel ao óleo diesel normal.
Luciano Basto, um dos coordenadores do programa, explicou que os motores não terão de passar por nenhuma adaptação para funcionarem com o biodiesel.
|