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ARGENTINA: Transgênicos identificados
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Buenos Aires - San Carlos de Bariloche, um centro turístico 2700 quilômetros ao Sul de Buenos Aires, determinou este mês a identificação dos alimentos produzidos com material geneticamente modificado. A medida obriga o comércio de alimentos a exibir uma lista de produtos com material manipulado em laboratórios.
A Argentina é o segundo produtor de cultivos geneticamente modificados, depois dos Estados Unidos, e a União Européia, por essa razão resiste em adquirir parte de sua oferta agrícola. A organização Greenpeace comemorou a determinação das autoridades de Bariloche e exortou o Congresso a obrigar por lei a colocação de etiqueta nos transgênicos.
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CUBA: Tabaco antiestresse?
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Havana - Fumar é uma agressão ao corpo humano, mas uma proteína da folha verde do tabaco poderia salvar pessoas em estado de coma e com estresse pós-traumático, segundo acredita-se em Cuba.
O Instituto Cubano de Pesquisas do Tabaco obteve da folha uma proteína pura chamada “Fração 1” (F1), que contém todos os aminoácidos essenciais, em concentração comparável à da soja, segundo a comunicação oficial. A F1 pode ser usada como aditivo na alimentação humana, mas o mais importante é seu uso terapêutico.
Contribui para a recuperação de doentes em coma ou com estresse pós-traumático e pode ser útil no tratamento da insuficiência renal crônica, afirmam os pesquisadores.
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VENEZUELA: Indígenas preocupados
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Caracas - O governo da Venezuela tentará determinar o impacto das obras da rede elétrica com o Brasil nos costumes e formas de vida dos indígenas da Gran Sabana. A pesquisa começará nos assentamentos indígenas pemones próximos à linha de transmissão de energia de 1500 quilômetros, um símbolo da integração física entre dois países, que encontra resistência em ambientalistas e nativos.
Entre os planos está instruir as etnias em atividades econômicas de auto-abastecimento, como piscicultura, e em autogestão elétrica e atividades educativas para preservar sua cultura.
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EQUADOR: Mangues em perigo
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Quito - O desmonte de mangues para a habilitação de viveiros de camarões continua ocorrendo na província equatoriana de Esmeraldas, na fronteira com a Colômbia, alertou a não-governamental Coordenadora Nacional para a Defesa do Mangue.
Pescadores da região asseguraram que o corte de mangues não foi interrompido, fato comprovado em abril por dirigentes da Coordenadora e da Direção do Meio Ambiente de Esmeraldas, quando foi registrada a destruição de 50 hectares de floresta.
A Constituição, promulgada em 1998, proíbe o corte de mangues, considerado um risco para o meio ambiente da costa do Pacífico, e um decreto governamental colocou a região em que crescem essas florestas sob proteção do Estado.
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