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CUBA: Alerta sobre erosão
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HAVANA - Quase a metade das terras cultiváveis de Cuba está afetada pela erosão e apenas 23,2% das áreas agrícolas são produtivas, segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente. Os estudos indicam que 14,1% dos solos cultiváveis têm alto grau de salinidade e que uma extensão semelhante é pedregosa e rochosa. A degradação acontece, entre outros motivos, pelo desmatamento, uso de métodos de irrigação inadequados e a eliminação dos cursos naturais de drenagem das águas. Para minimizar o problema, o governo deu luz verde a um programa nacional para a reabilitação dos solos, com apoio das Nações Unidas.
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BOGOTÁ: Pedido controle do glifosfato
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SANTAFÉ DE BOGOTÁ - O Ministério do Meio Ambiente da Colômbia pediu à Direção Nacional de Entorpecentes (DNE) medidas para "minimizar e/ou compensar” os efeitos secundários do herbicida glifosfato, usado para erradicação de cultivos ilegais de drogas que ocupam cerca de 160 mil hectares. O plano de manejo da DNE é ambíguo, pois não permite determinar de maneira precisa os ecossistemas estratégicos submetidos à fumigação, nem estabelece com clareza o impacto ambiental do programa, advertiu o Ministério. As organizações ecologistas garantem que o glifosfato - usado na agressiva campanha de erradicação do governo de Andrés Pastrana - tem um efeito devastador sobre a flora e a fauna e que destrói plantações legais.
MÉXICO - O Greenpeace felicitou o governo do México por opor-se à caça de baleias e por frear a tentativa da multinacional Dupont de patentear na Europa uma espécie de milho de características semelhantes às do milho local. O secretário de Meio Ambiente, Victor Lichtinger, “está ouvindo as organizações, recebe-as e busca soluções”, disse ao Terramérica Cecilia Navarro, porta-voz do Greenpeace no México. A organização ambientalista havia advertido que o governo mexicano tomaria decisões contrárias nos dois casos. Entretanto, o governo objetou junto ao Escritório Europeu de Patentes o reconhecimento obtido pela Dupont e informou que votará pela proibição da caça às baleias na reunião de julho, em Londres, da Comissão Baleeira Internacional. “Ganhamos”, afirmou o Greenpeace.
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EQUADOR: Um dia sem poluição
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QUITO - A poluição causada pelos automóveis diminuiu no dia 10 de junho para um terço no centro histórico da capital equatoriana, aberta somente aos pedestres aos domingos. A proibição do tráfego de veículos faz parte de um plano de reabilitação social e ambiental do centro de Quito, declarado patrimônio da humanidade pela Unesco. “O centro está reivindicando a si mesmo, com a participação dos cidadãos através dos programas de recuperação dos espaços públicos”, disse Lourdes Rodriguez, administradora municipal da zona central da cidade.
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