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EQUADOR: Erradicação de pombas
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QUITO.- Autoridades e pesquisadores tentam, há dois anos, erradicar das ilhas Galápagos a pomba de Castilla, uma espécie introduzida que causou danos ambientais nesse arquipélago equatoriano.
A campanha promovida pelo Parque Nacional Galápagos e pela Estação Charles Darwin começou na ilha Santa Cruz, onde foram registradas 350 pombas de Castilla.
Essas aves contagiaram com doenças, como a salmonela, pombas endêmicas do arquipélago e seres humanos. Nas ilhas Isabela e San Cristóbal, também pertencentes a Galápagos, trabalha-se em censos e campanhas de educação ambiental para conseguir a colaboração da população.
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MÉXICO: Herbicida perigoso
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MÉXICO.- O herbicida Paraquat, proibido em vários países por sua alta toxidade, é usado no México para erradicar plantações de maconha.
A Procuradoria comprou 95 mil litros de Paraquat este ano, apesar de a estatal Comissão Nacional de Direitos Humanos ter identificado o produto como causa da intoxicação de 200 indígenas no estado de Chihuahua e da morte de uma menina. A Procuradora afirma que “não foi registrado nenhum tipo de contaminação ou envenenamento em populações aldeãs nas áreas fumigadas” com Paraquat.
Organizações ambientais e humanitárias asseguram que a periculosidade desse herbicida está documentada no México e no mundo todo e exigem que o governo reconsidere seu uso.
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COLÔMBIA: Plantas combatem úlcera
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SANTAFÉ DE BOGOTÁ.- Pesquisadores colombianos apresentaram no Primeiro Congresso Internacional de Plantas Medicinais e Aromáticas um composto de banana, calêndula, repolho e melissa para combater gastrite e úlceras de estômago e duodeno.
Trata-se de “uma mistura de substâncias que realizam uma ação cooperativa, no sentido de solucionar definitivamente o problema da gastrite ou da úlcera”, explicaram os criadores da fórmula durante o congresso, realizado na cidade de Cali entre os dias 16 e 19 de agosto.
O medicamento foi testado em 351 pacientes (258 mulheres e 93 homens) entre 14 e 72 anos, segundo os coordenadores do encontro.
HAVANA.- Cientistas cubanos e alemães localizaram em regiões montanhosas do extremo oriente de Cuba várias espécies de bruxus, um arbusto do qual existem poucas variedades no mundo.
A descoberta aconteceu na localidade de Ojito del Agua, a mais de 900 quilômetros de Havana.
Os especialistas encontraram quatro variedades dessa planta em apenas cem metros quadrados de floresta.
Em Ojito del Agua e regiões aldeãs, pertencentes à Reserva de Biosfera Cuchillas del Toa, foram encontradas nos últimos anos cerca de 30 espécies de animais e plantas raras, extintas ou em risco crítico de desaparecimento.
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