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VENEZUELA: “Pipotes da morte”
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CARACAS.- Cerca de 11 mil tonéis repletos de resíduos tóxicos contaminam, há 40 anos, o meio ambiente em três estados da Venezuela.
Os recipientes contêm pesticidas, como DDT, arseniato de chumbo, toxafeno e aldrin, que podem provocar câncer e afetar o fígado e os sistemas nervoso e reprodutivo. Os “pipotes da morte”, como são chamados popularmente estes tonéis nos estados de Aragua, Carabobo e Trujillo, estavam abandonados, apesar de as autoridades conhecerem os efeitos negativos de seu conteúdo.
O Ministério do Meio Ambiente investirá US$ 5 milhões para processar esses produtos tóxicos, que depois serão levados para a Europa.
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BRASIL: Salvar as florestas!
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RIO DE JANEIRO.- A campanha SOS Florestas, patrocinada por 287 organizações ambientais e sociais do Brasil, prepara uma mobilização contra um projeto de lei que aumenta a destruição de florestas.
O projeto, apoiado por 13 votos a dois em uma comissão legislativa dominada por ruralistas, reduz a área de conservação obrigatória de florestas nas propriedades rurais, permitindo maior desmatamento.
Sua aprovação final, que depende de uma votação no plenário do Congresso, colocaria em risco a Amazônia, os cerrados e, inclusive, a floresta atlântica, que já perderam 93% de sua área original. O governo, desta vez, aparece ao lado dos ambientalistas, mas não está seguro de sua maioria no Congresso.
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GLOBAL: Em favor do ozônio
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NAIRÓBI.- “Salvemos Nosso Céu” é o lema com o qual, no dia 16 de setembro, a Organização das Nações Unidas comemora o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.
O Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) sugeriu aos governos aproveitarem a data, instaurada em 1995, para relançar suas ações destinadas a restaurar a camada de ozônio, objetivo que seria conseguido em 2050, desde que sejam cumpridos os acordos internacionais.
O ozônio é um filtro natural da luz solar que chega à Terra, prevenindo os efeitos negativos da radiação. Devido ao desenvolvimento da indústria e a conseqüente emissão de diversos gases, essa camada protetora vem sofrendo uma deterioração.
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COSTA RICA: A rota das tartarugas
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SAN JOSÉ.- Duas tartarugas com rádio-localizadores foram devolvidas ao mar na costa nordeste da Costa Rica, no dia 12 de setembro, para determinar as rotas migratórias da espécie.
O dispositivo, alimentado por bateria e fixado ao casco das tartarugas, envia sinais para um satélite cada vez que o animal emerge para respirar, explicou o biólogo Carlos Calvo, do Parque Nacional Tortuguero. Por sua vez, o satélite informa a localização geográfica da tartaruga a um computador da Universidade de Gainsville, nos Estados Unidos.
Segundo Calvo, conhecer as rotas migratórias das tartarugas permitirá chegar a acordos regionais para sua proteção.
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