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COSTA RICA: Dinheiro da FAO para as florestas
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SAN JOSÉ.- O Fundo das Nações Unidas para a Agricultura a Alimentação (FAO) anunciou a doação de US$ 195 mil para fortalecer o projeto de Desenvolvimento Nacional Florestal da Costa Rica.
Os recursos permitirão proteger a cobertura florestal desse país de apenas 51 mil quilômetros quadrados, que abriga 0,5% da diversidade biológica do planeta.
Seu ministro das Relações Exteriores, Roberto Tovar, agradeceu aos representantes da agência internacional e aos funcionários da embaixada da Costa Rica junto a esse organismo por seu trabalho.
JOHANNESBURGO.- O Centro Agronômico Tropical para a Pesquisa e o Ensino (Catie) pediu aos países da América Central presentes á Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável que aumentem seu investimento em ciência e tecnologia como forma de encaminhar-se para o desenvolvimento sustentável.
O subdiretor do Catie, Markku Kaninen, convidou os países centro-americanos a dedicarem mais recursos de seus orçamentos à pesquisa científica, por considerar que atualmente é muito baixo. Costa Rica e El Salvador dedicam á ciência apenas 0,37% e 0,08%, respectivamente, do produto interno bruto (PIB), segundo dados do Catie. Isto contrasta com a realidade dos países industrializados que, segundo seus registros de 2000, destinam, em média, 2,5% do PIB à pesquisa.
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GUATEMALA: Ministro no banco dos réus
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GUATEMALA.- Organizações ambientalistas pediram a renúncia do ministro do Meio Ambiente da Guatemala, Carlos Cáceres Ruiz, depois de seu comparecimento ao Congresso Nacional.
A deputada independente Olga Camey de Noack afirmou que Ruiz nem mesmo apresentou propostas de leis. “É inconcebível que o máximo representante do governo para a questão ambiental desconheça as políticas desse ministério”, afirmou o diretor do Centro de Ação Legal Ambiental, Yuri Melini. Carlos Albacete, diretor da organização Trópico Verde, disse que o país não tem uma verdadeira política ambiental.
O ministro defendeu-se dizendo que sua pasta elaborou vários projetos, como a lei de águas e a regulamentação da emissão de gases pelos veículos, ainda sob consideração do Poder Executivo, apesar de seu exíguo orçamento de US$ 4 milhões por ano. O ministério está examinando com setores sociais uma norma para modificar os estudos de impacto ambiental necessários para iniciar qualquer empreendimento industrial, acrescentou Ruiz.
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