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GLOBAL: Soja transgênica comprime os preços

PORTO ALEGRE.- O preço internacional da soja caiu 67% desde que a empresa Monsanto introduziu a produção comercial de sementes geneticamente modificadas, há sete anos, afirma Peter Rosset, co-diretor do Food First, que participou do Fórum Social Mundial, em janeiro, na capital gaúcha.

A Argentina, principal produtor sul-americano de soja transgênica, é o grande exemplo desse “desastre econômico”, disse Rosset ao Terramérica. A soja transgênica aboliu o mecanismo de auto-regulamentação do mercado. Os produtores, que antes reduziam a semeadura para recuperar preços, agora reagem aumentando a produção, devido às facilidades do uso da variedade que contém herbicida.

Buscam compensar os baixos preços com volume maior de vendas, e com isso os preços caem sempre mais, acrescentou.

 
 

CUBA: Mais café orgânico

HAVANA.- Cuba espera atingir em poucos anos uma produção de café orgânico de 800 toneladas anuais, na região de Guantânamo, precursora desse tipo de cultivo livre de agroquímicos e de grande demanda na Europa.

Na região, a 970 quilômetros de Havana, também se produz cacau aplicando métodos naturais de conservação de solos e fertilizantes e pesticidas biológicos. Em 2002, foram exportadas para a Europa mais de 70 toneladas da variedade arábica, certificadas pela agência alemã especializada BCS Oko Garantie.

 
 

VENEZUELA: Greve aumenta vazamentos de petróleo

CARACAS.- Uma organização ambientalista responsabilizou os gerentes grevistas da empresa estatal Petróleos da Venezuela pelos vazamentos ocorridos desde 2 de dezembro, quando começou a paralisação contra o presidente Hugo Chávez.

“A grev afetou os sistemas reguladores dos tanques que armazenam petróleo, destruíu ou perfurou barreiras preventivas, afetou sistemas elétricos, salas de máquinas e duas embarcações especializadas em limpeza de vazamentos”, disse ao Terramérica Jorge Hinestroza, da Federação Ambientalista do Zulia, região à qual pertence o lago de Maracaibo.

Os grevistas, por seu lado, dizem que os acidentes se devem à imperícia do novo pessoal contratado pelo governo. Nos primeiros 40 dias de greve “ocorreram mais de 30 acidentes, entre eles vazamentos no lago Maracaibo que se estenderam por centenas de metros e, em pelo menos um caso, por quase três quilômetros”, disse Juan Fernández, do sindicato Gente do Petróleo.

 
 

EL SALVADOR: Festival da Água

SAN SALVADOR.- Autoridades, empresários e setores da sociedade civil de El Salvador celebrarão, de 17 a 23 de março, o Festival da Água, onde exporão suas preocupações sobre esse recurso vital. Promovido pela Associação pelo Contrato Mundial da Água, o festival acontecerá em San Salvador, coincidindo com o Terceiro Fórum Mundial da Água, que acontecerá no Japão, e com o dia Mundial da Água (22 de março).

Os organizadores disseram que a água doce pertence a todas as espécies vivas e não deve ser tratada como um produto, princípio estabelecido na Declaração da Água de Porto Alegre, em fevereiro de 2003.

 
 

VENEZUELA: Alimentos em troca de lixo

BARQUISIMETO.- O programa Lixo não é Lixo, que promove a coleta e reciclagem de resíduos em troca de cupões de alimentação, completa em janeiro de 2003 seu primeiro ano de aplicação bem sucedida na cidade venezuelana de Barquisimeto, capital do Estado de Lara.

A prefeitura local entrega cupões para aquisição de alimentos da cesta básica em troca de lixo reciclável, como vidro, papel e alumínio. Dez paróquias locais convertem-se, todos os sábados em centros de arrecadação, sob coordenação de instituições responsáveis pela limpeza urbana.

“Nos primeiros dez meses recolhemos mais de 1.200 toneladas de lixo reciclável”, disse o prefeito Henry Falcón.

 
 

GUATEMALA: Empresas sob controle

GUATEMALA.- O Ministério do Ambiente e Recursos Naturais da Guatemala aplicará um regulamento sobre os estudos de impacto ambiental prévios à implantação de fábricas ou outras instalações produtivas.

O regulamento, um projeto adiado desde 1986, “já está pronto e só falta ser assinado” pelo presidente Alfonso Portillo, disse ao Terramérica a porta-voz do ministério, Patricia Ramírez. A assinatura aconteceria no começo de fevereiro de 2003.

Esta norma permitirá regularizar o trâmite de estudos de impacto ambiental, agilizar a concessão de licenças para novas empresas e controlar a aplicação de sanções, explicou. A Comissão Nacional do Meio Ambiente, sem poder para estabelecer regulamentos, ocupa-se de realizar estudos de impacto ambiental há dois anos, quando foi criado o Ministério do Ambiente.



* Fonte: Inter Press Service.


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