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ESTADOS UNIDOS: Incêndios afetaram a vida silvestre

SAN FRANCISCO.- Especialistas advertem que demorará meses, ou mesmo anos, a recuperação das populações de condores, veados, ursos e outras espécies silvestres, cujo hábitat foi afetado pelos incêndios do final de outubro no Estado da Califórnia.
“A intensidade do calor e o nível do dano causado nos solos determinarão a velocidade de recuperação do ecossistema”, disse ao Terramérica James Patton, professor da Universidade de Berkely.
Segundo o especialista, os mamíferos pequenos estão em condições de se saírem melhor devido às “suas altas taxas de reprodução”.
Mas a situação do condor californiano, em extinção, é incerta. As chamas arrasaram mais de 1,8 milhão de hectares de vegetação e alcançaram o Refúgio de Vida Silvestre Hopper Mountain, lar de 41 dos 220 condores que sobrevivem no país. Os incêndios assolaram os condados de San Diego, Ventura, Los Angeles e San Bernardino, com saldo de 22 mortos e cerca de 3,6 mil casas destruídas.

 
 

COSTA RICA: Aumenta o uso de biopesticidas

SAN JOSÉ.- O uso de pesticidas biológicos na América Latina pode chegar a 9% do total mundial em 2008, com um valor de US$ 100 milhões, assinalaram especialistas internacionais durante um simpósio realizado no Centro Agronômico Tropical de Pesquisa e Ensino (Catie), na Costa Rica.
Os biopesticidas, ou substâncias sintéticas para o controle de pragas, constituem na América Central entre 2% e 3% do mercado de pesticidas.
Mas seu uso pode aumentar 10% nos próximos dez anos, disse o assessor do Projeto de Promoção de Produtos Sintéticos da Agência de Cooperação Alemã (GTZ), Ulrich Röettger.
As razões desse aumento, serão a crescente quantidade de produtos orgânicos no mercado internacional e a resistência das pragas e enfermidades aos venenos químicos.
No mundo são gastos atualmente US$ 28 bilhões em instrumentos para controle de pragas, dos quais US$ 1 bilhão são destinados aos pesticidas biológicos.

 
 

NICARÁGUA: Espécies de zoológico em perigo

MANÁGUA.- Cerca de 78 espécies da fauna nicaragüense que habitam o Zoológico Nacional carecem de um hábitat apropriado para seu desenvolvimento e reprodução, afirmou ao Terramérica a diretora do centro, Marina Sacasa.
Trata-se de 478 exemplares que coabitam em um espaço de 1,19 hectares, “situação que os obriga a permanecerem em jaulas e limitar sua reprodução”. Em janeiro último, Sacasa lançou um alerta para salvá-los, pois por falta de verba muitos passavam fome e, embora a ajuda tenha chegado, o problema não está resolvido.
As penúrias dos animais se agravam pela construção de um complexo residencial em terrenos vizinhos vendidos pelo Estado, que provoca ruídos constantes.
A diretora considerou “insensíveis” os funcionários governamentais, porque ao venderem os terrenos não levaram em conta o zoológico.

 
 

GUATEMALA: Sítios maias protegidos

GUATEMALA.- O Congresso da Guatemala declarou área protegida os sítios arqueológicos maias de Yaxhá, Nakum e Naranjo, ao norte do departamento de El Petén, fronteira com o México, e freqüentemente saqueados por depredadores.
“Estas zonas foram declaradas áreas protegidas por serem consideradas sítios arqueológicos que representam um legado das civilizações maias e uma herança valiosa para o país, com um enorme valor educativo”, diz o decreto aprovado pelo Congresso no dia 28 de outubro
A área protegida terá 37,16 mil hectares e dará opções de desenvolvimento sustentável por meio da geração de emprego, educação ambiental, pesquisa científica e ecoturismo controlado.
Foi encomendado ao Conselho Nacional de Áreas Protegidas que vele pelo patrimônio natural do Parque e ao Ministério da Cultura e Desportes que se encarregue da proteção da arqueologia e cultura do lugar.

 
 

HONDURAS: Defesa das florestas de Olancho

TEGUCIGALPA.- O ex-embaixador norte-americano em Honduras e diretor do influente Centro Internacional de Políticas, Robert White, pediu a proteção das florestas do nordeste do departamento de Olancho e o esclarecimento do assassinato do ambientalista Carlos Reyes, ocorrido em junho.
A questão ecológica, a corrupção e a impunidade são os principais problemas que Honduras enfrenta, e a destruição da floresta de Olancho é um “claro exemplo da pobreza pública e da riqueza pessoal acumulada em mãos de uns poucos”, disse White ao Terramérica.
White, que foi embaixador dos Estados Unidos em Honduras nos anos 60, visitou o país na última semana de outubro para conhecer a situação ambiental de Olancho, onde camponeses liderados pelo sacerdote católico Andrés Tamayo lutam para deter o desmatamento.
O Centro Internacional de Políticas que dirige, com sede em Washington, iniciará um plano de proteção florestal em Olancho, que contempla a prevenção, bem como a verificação da situação, a fim de elaborar informes periódicos. O primero será apresentado este mês.

 
 

CHILE: Aymaras cultivam forragem para vicunhas

SANTIAGO.- Trinta pecuaristas aymaras do extremo norte do Chile serão os primeiros beneficiários de um projeto para cultivar plantas forrageiras que alimentem vicunhas (Vicugna vicugna), o valioso camelídio dos Andes sul-americanos. Esta experiência ajudará a gerar uma alternativa para enfrentar o permanente déficit de forragem no altiplano chileno, que limita o crescimento da pecuária, segundo autoridades.
O período da seca, entre abril e dezembro, as baixas temperaturas e os ciclos diários de congelamento e descongelamento da água em terras a mais de três mil metros de altura, limitam o crescimento de plantas para consumo animal.
O projeto que se aplicará na província de Parinacota baseia-se em forrageiras adaptáveis às terras altas dos Andes, como o trevo branco (Trifolium repens), a festuca (Festuca arundinacea) e a azevém-perene (Lolium perenne).
A vicunha, em risco de extinção até o início dos anos 80, produz uma lã muito valiosa.

 
 

CUBA: Café cresce com seus próprios resíduos

HAVANA.- Produtores de café da região oriental de Cuba aumentaram consideravelmente sua produção graças ao emprego de um adubo fabricado a partir de dejetos da elaboração do alimento.
O rendimento de 30 hectares da empresa Cafeeira Gantánamo em três anos cresceu de 0,14 para 0,40 toneladas por hectares, a partir da aplicação do adubo orgânico.
Este é obtido da decomposição dos resíduos de dois descascadores de café situados a 700 metros acima do nível do mar em Guantânamo, a 970 quilômetros de Havana.
Os resíduos prejudicam o entorno quando são jogados em rios ou outras fontes superficiais de águas. Mas como substrato biológico minimizam o impacto ambiental da indústria cafeeira e proporcionam abundantes microorganismos controladores do solo.

 
 

VENEZUELA: Zoológico em perigo

CARACAS.- O zoológico de Maracay, no Estado venezuelano de Aragua, está ameaçado pelo abandono das autoridades do Instituto Nacional de Parques, afirmam técnicos.
Uma elefante, um urso e um hipopótamo que sobrevivem sem companheiros, estão confinados em espaços muito reduzidos, sem condições adequadas de vida, e as áreas verdes estão muito deterioradas.
“Este é o primeiro zoológico da Venezuela, fundado pelo lendário ditador Juan Vicente Gómez (1908-1935). Não evoluiu como partes semelhantes no mundo e não renovou devidamente suas instalações. Ainda temos jaulas muito velhas, dos anos 30”, disse o veterinário do Parque, Alexander Blanco.
Há três meses foram roubados 42 animais do zoológico El Pinar, de Caracas. Entre os exemplares roubados havia 37 tartarugas (galápagos, terecay e arrau, estas últimas em risco de extinção), um papagaio, um pato real, uma ovelha e um pavão real.
As autoridades mantêm silencio sobre o caso.

 
 

BRASIL: Combatem poluição por ozônio

RIO DE JANEIRO.- A Companhia de Tecnologia de Saneamento Básico (Cetesb), de São Paulo, propôs diminuir entre 3% e 5% a proporção de olefinas (hidrocarbonos voláteis) na gasolina para combater a poluição urbana por ozônio.
A reação entre olefinas e óxidos de nitrogênio, catalisada pela luz solar, produz ozônio, cuja concentração em 82 dias de 2002 atingiu proporções prejudiciais à saúde humana na região metropolitana de São Paulo.
O ozônio, cuja camada estratosférica protege a vida, na atmosfera é um contaminante que irrita as vias respiratórias, inflama os pulmões e é fator de risco de câncer de pulmão, segundo estudo da Universidade de São Paulo (USP).
A Cetesb, que executa a política ambiental paulista, propõe seguir o exemplo de países industrializados, que conseguiram diminuir o ozônio em suas cidades reduzindo em 5% a parte de olefinas no combustível.



* Fonte: Inter Press Service.


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