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Energia solar
Prática, mas cara, a energia
solar está abrindo seu caminho meio século
depois de ser proposta. Para os países em desenvolvimento,
o uso dessa fonte energética poderia facilitar
um crescimento sustentável. Nesta seção
sugerimos vários sites da Internet com informação
sobre o assunto.
Há cerca de cinco anos, em 1954, a Bell
Laboratories apresentou a primeira célula
solar capaz de converter a luz em eletricidade, utilizando
um semicondutor de silicone. A energia
solar é abundante, e sua forma de distribuição
é muito ampla, o que implica que deve ser concentrada
para poder ser utilizada. Assim, resulta mais cara
do que outros tipos de energia, como a proveniente
de combustíveis fósseis.
De acordo com o World
Book Online Reference Center, existem principalmente
duas maneiras de converter luz solar em energia elétrica:
diretamente, por meio de conversão fotovoltáica,
ou indiretamente, por conversão termal, que
transforma a luz primeiro em calor e depois em energia
elétrica.
Considerada amistosa com o meio ambiente, a energia
solar tem diversos usos, incluindo o doméstico,
o agrícola e até o espacial.
Segundo a empresa Censolar,
a energia do Sol pode ser usada em casa para obter
água quente e calefação, bem
com para pequenos aparelhos como relógios e
calculadoras. No setor agrícola, as estufas
solares, os secadores agrícolas e usinas de
purificação ou desalinização
de águas seriam algumas das opções.
O maior mercado para os módulos fotovoltáicos
é o espacial. Em 1962, o Telstar,
primeiro satélite de comunicações
a transmitir um sinal de televisão transatlântico,
utilizou 3,6 mil células solares como fonte
de energia. A reduzida demanda do setor espacial seria
uma das razões pela qual o custo desta tecnologia
permanece alto por várias décadas.
Segundo informações
da imprensa, os principais mercados em nível
mundial estão no Japão, que conta com
40% do total de células solares instaladas,
seguido da Alemanha com 20% e dos Estados Unidos com
12%. Esforços para reduzir o preço destes
sistemas incluem incentivos como reduções
no custo de instalação ou mesmo a venda
da energia solar gerada em excesso, como pode acontecer
em dias ensolarados, a empresas elétricas.
Uma vez recuperados os custos de investimento, a energia
gerada resultaria de custo muito baixo ou até
mesmo livre de encargos.
Do ponto de vista ambiental, um aumento no uso da
energia solar tem o potencial de diminuir a dependência
de combustíveis fósseis, causadores
de graves problemas, como o aquecimento global e a
destruição da camada de ozônio.
Outras fontes de energia
renováveis que ajudariam a tal fim incluem
as obtidas a partir da biomassa, que utiliza lixo
orgânico, ou a eólica que utiliza a força
do vento.
De acordo como o Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento
(Pnud), para cumprir a meta de reduzir à metade
o número de pessoas vivendo com renda inferior
a um dólar por dia até 2015, o acesso
a serviços energéticos é um pré-requisito.
O Pnud assinala que cerca de dois bilhões de
pessoas, principalmente em áreas rurais, carecem
de acesso á eletricidade.
Em busca de opções e financiamento para
políticas de energias sustentáveis,
o Pnud estabeleceu associações com organismos
como o Banco Mundial, através do programa Energy
Sector Management Assistance Programme. Outras
instituições que participam com o Pnud
são o World
Energy Council, o E-7
Network of Utilities e o World
Business Council for Sustainable Development.
Como preparação para a Cúpula
da Terra sobre Desenvolvimento Sustentável,
realizada em Johannesburgo, em 2002, o Pnud desenvolveu
três iniciativas para garantir o acesso de pessoas
pobres a serviços modernos de energia: Rede
Global de Energia Sustentável, o Global
Village Energy Partnership e o LPG
Challenge.
Um relatório
da Agência Interamericana
para a Cooperação e o Desenvolvimento
(IACD), apresenta os resultados de fornecer um sistema
de energia solar a um povoado rural, San Francisco,
localizado em Lempira, Honduras. San Francisco, diz
o informe, foi transformado em uma vila solar-digital
com Internet, educação a distância,
telemedicina e videoconferência, demonstrando
a importância de vincular a eletrificação
rural sustentável e as telecomunicações
com projetos de desenvolvimento.
Vários sites
da Internet oferecem informação
extensa e detalhada sobre energia solar para uso privado
e comercial.
Bell
Laboratories (Inglês)
Energia
Solar, World Book Online Reference Center, 2004 (Inglês)
Empresa
Censolar (Espanhol)
Telstar
completa 40 anos (Inglês)
O
obscuro passado da energia solar (Inglês)
Fontes
de energias renováveis (Inglês)
Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento
(Inglês)
Relatório
IACD (Inglês)
Centro de Referência
para Energia Solar e Eólica Sérgio de
Salvo Brito (Português e Inglês)
LabSolar,
Universidade Federal de Santa Catarina (Português)
Laboratório
de Energia Solar, Universidade Federal da Paraíba
(Português, Francês e Inglês)
Sétima Conferência
da Convenção de Diversidade biológica
Mais de dois mil especialistas
em biodiversidade e desenvolvimento sustentável
participam da Sétima
Conferência das Partes da Convenção
de Diversidade Biológica, reunida em Kuala
Lumpur, na Malásia, de 9 a 20 de fevereiro.
Como reduzir a perda de biodiversidade em todos os
níveis é o tema central do debate. Nesta
seção sugerimos vários sites
na Internet com informação sobre o assunto.
A Convenção
de Diversidade Biológica foi adotada durante
a Cúpula
da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992.
Ratificada por 188 países,
a Convenção busca uma aproximação
do desenvolvimento sustentável através
de três objetivos principais: a conservação
da diversidade biológica, o uso sustentável
de seus componentes e a distribuição
eqüitativa e justa dos benefícios resultantes
do uso de recursos genéticos.
Em sua sétima edição,
ministros, cientistas e representantes de organizações
não-governamentais e comunitárias encontram-se
reunidos para debater tópicos
considerados prioritários, como os sistemas
montanhosos, o papel das áreas protegidas na
preservação da diversidade biológica
e a transferência de tecnologia e cooperação
tecnológica.
Adicionalmente, busca-se implementar
os objetivos
estabelecidos na sexta reunião da Convenção,
realizada em 2002, no sentido de reduzir significativamente
a perda de biodiversidade até 2010, como forma
de aliviar a pobreza e melhorar a vida no planeta.
Esta meta foi ratificada pela
Cúpula
da Terra para o Desenvolvimento Sustentável,
que aconteceu em Johannesburgo, em 2002. O grupo científico
de trabalho da Convenção propôs
o estabelecimento de uma série de indicadores
globais de biodiversidade para avaliar o progresso
para o cumprimento da meta estabelecida para 2010.
Cinco indicadores identificados
para uso imediato incluem: extensão de hábitats,
abundância e distribuição de espécies,
mudança no estado de espécies ameaçadas,
diversidade genética de espécies de
importância socioeconômica e cobertura
de áreas protegidas.
De acordo com informações
da imprensa, Debrua Harry, da não-governamental
Indigenous Peoples
Council on Biocolonialism, afirma que devem ser
reconhecidos os direitos dos nativos sobre suas terras
e recursos biológicos antes de passar a outros
aspectos como a transferência de tecnologia
e divisão eqüitativa de benefícios.
Sobre esse tema, membros da Comunidade
Andina assinaram uma declaração no Peru,
em 2002, intitulada "Declaração
de Cuzco sobre acesso a recursos genéticos,
conhecimento tradicional e direitos de propriedade
intelectual de países megadiversos”.
No campo empresarial, debate-se
a necessidade de se promover o investimento socialmente
responsável como essencial para o bem-estar
das corporações. Segundo um comunicado
de imprensa, A. H. Zakri, diretor do Institute
of Advanced Studies (IAS) da Universidade das
Nações Unidas, afirma que estão
sendo apresentados sinais de que a empresa privada
finalmente está se incorporando ao debate do
manejo da biodiversidade.
Exemplos disto, diz Zakri, são
os sistemas de intercâmbio de carbono, os esquemas
para etiquetar produtos geneticamente modificados
e a ênfase nos acordos ambientais internacionais
da participação do setor privado. De
acordo com o IAS, os fundos de investimentos privados
que incluem algum fator de consideração
social passaram de aproximadamente US$ 40 bilhões
em 1984 para mais de US$ 2 trilhões em 2003.
Extensa informação
sobre diversos tópicos tratados na Convenção
de Diversidade Biológica pode ser encontrada
em sua página
da Internet.
Sétima
Conferência das Partes da Convenção
de Diversidade Biológica (Inglês)
Convênio
sobre a Diversidade Biológica (Espanhol)
Cúpula
da Terra para o Desenvolvimento Sustentável
- 1992 (Inglês)
Cúpula
da Terra para o Desenvolvimento Sustentável
- 2002 (Inglês)
Metas
para a Conservação da Biodiversidade
- 2010 (Inglês)
Direitos
dos povos indígenas devem ser protegidos
(Inglês)
Indigenous Peoples
Council on Biocolonialism (Inglês)
Declaração
de Cuzco sobre acesso a recursos genéticos,
conhecimento tradicional e direitos de propriedade
intelectual de países megadiversos (Inglês)
Institute of Advanced
Studies, Universidade das Nações Unidas
(Inglês)
Armas de destruição
em massa
A descoberta,
no dia 2 de fevereiro, do tóxico rícino
na correspondência do líder da maioria
no Senado norte-americano voltou a despertar temores
sobre os alcances do bioterrorismo.
Nesta seção oferecemos
um guia de navegação na Internet sobre
o assunto.
O mortal veneno rícino
causou alvoroço ao ser encontrado nos escritórios
do senador Bill Frist. Entre 40 e 50 empregados foram
submetidos a processos de limpeza, mas nenhum apresentou
sintomas de enfermidade. A preocupação
geral aumentou ao revelar-se que documentos contaminados
com o mesmo produto haviam sido enviados para a Casa
Branca no final de 2003.
Febre repentina, tosse e excesso
de fluido nos pulmões são alguns dos
sintomas
associados com envenenamento por rícino,
para o qual não se conhece antídoto.
Estes sintomas podem ser seguidos por problemas respiratórios
severos e possivelmente a morte. Especulações
de novos ataques de grupos terroristas voltam a rondar,
28 meses depois que cartas com um pó branco
identificado como antrax
causaram cinco mortes e danos na saúde de 17
pessoas nos Estados Unidos. Armas
químicas e biológicas são
consideradas as maiores ameaças do novo século.
Internacionalmente, são
controladas, entre outros, pela Convenção
de Armas Biológicas e Tóxicas, que
entrou em vigor em 1975. Em 2002, estimava-se
que Iraque, Irã, Coréia do Norte, Líbia
e Síria possuíam as chamadas armas de
destruição em massa, além dos
Estados Unidos, que se acredita ser o maior possuidor
desse tipo de arma no mundo. Em março de 2003,
o Iraque foi invadido em uma operação
liderada pelos Estados Unidos sob a acusação
de contar com armas de impacto maciço e, portanto,
representar perigo iminente para o mundo.
Entretanto, notícias
da imprensa indicam que o diretor da Agência
Central de Inteligência (CIA, dos EUA) concordou
pela primeira vez, no dia 5 de fevereiro, que elementos
de espionagem poderiam ter superestimado os arsenais
de armas ilícitas no Iraque. Um estudo sobre
o bioterrorismo
no século 21 assinala que, em maio de 2002,
o subsecretário de Estado norte-americano,
John R. Bolton, repetiu acusações de
que Cuba poderia estar dando um duplo uso à
biotecnologia, aplicando-a a programas de armas de
destruição em massa.
Relatórios
da visita do ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy
Carter, à ilha indicam que não existe
nenhum tipo de evidência sobre a produção
de armas biológicas em Cuba e que se deve reconhecer
seu apoio ao desenvolvimento científico de
outras nações. As armas biológicas
têm outros usos, além do bélico.
Como parte do Plano Colômbia,
projetado para a luta contra o narcotráfico
e patrocinado pelos Estados Unidos, se propôs
o uso de um fungo conhecido como
fusarium suysporum para erradicar os cultivos
ilegais de plantas de coca.
Essa iniciativa foi amplamente
criticada, especialmente por grupos ambientalistas.
A organização não-governamental
colombiana Mama
Coca diz que esse fungo é um organismo
vivo que poderia migrar e se reproduzir sem conhecer
fronteiras, o que significaria uma grande ameaça
para ecossistemas frágeis como o amazônico,
onde estão os cultivos ilegais de droga. A
Internet conta com numerosos sites de informação,
como o Rede
Hispana.com, sobre armas de destruição
em massa, bem como sobre os esforços para deter
sua propagação.
Descoberto
veneno rícino no escritório do senador
Frist (Inglês)
Centro
para o Controle e a Prevenção de Enfermidades:
Rícino (Inglês)
Perguntas
e Respostas sobre antrax (Inglês)
Armas
químicas e biológicas (Inglês)
Convenção
de Armas Biológicas e Tóxicas (Inglês)
Status
de Armas Biológicas no Mundo (Inglês)
Tenet
admite brechas em informação da CIA
sobre Armas no Iraque (Inglês)
Armas
Biológicas e Bioterrorismo nos Primeiros Anos
do Século 21 (Inglês)
Agencia Central de Inteligência,
CIA (Inglês)
Mama
Coca (Espanhol)
Visita
do Presidente Jimmy Carter a Cuba (Espanhol)
Red
Hispana.com (Inglês-Espanhol)
Luta contra a escravidão
2004 é o Ano
Internacional para a Comemoração da
Luta Contra a Escravidão e sua Abolição.
Depois de meio século de proibição,
formas modernas de escravidão persistem.
Nesta seção oferecemos
um guia de navegação na Internet sobre
este tema.
A Organização
das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura, Unesco, deu início,
no dia 10 de janeiro, a uma série de eventos
a propósito do ano internacional contra a escravidão,
como lembrança de um dos mais escuros capítulos
da história mundial. O ano de 2004 também
marca o bicentenário de um dos primeiros Estados
de população negra, o Haiti,
um símbolo da resistência dos escravos.
A escravidão foi duramente
condenada pela comunidade internacional reunida na
Conferência
Contra o Racismo, a Discriminação Racial,
a Xenofobia e Toda Intolerância Relacionada,
em 2001, que debate em sua segunda seção
do grupo de trabalho, de 26 de janeiro a 6 de fevereiro,
a aplicação efetiva de seu Programa
de Ação.
O Artigo 4 da Declaração
Universal dos Direitos Humanos, de 1948, estabelece
que “Ninguém estará submetido
à escravidão nem à servidão;
a escravidão e o tráfico de escravos
estão proibidos em todas suas formas”.
Considera-se escravidão o trabalho obrigatório
mediante ameaças psicológicas ou físicas,
ser propriedade de um empregador mediante maus-tratos,
físico ou mental, ou por ameaças de
maus-tratos, a desumanização e a compra
e venda de pessoas como mercadorias.
Atualmente, a escravidão
ainda se manifesta em práticas
como trabalho em condições de servidão
para pagamento de dívidas, trabalho forçado
de adultos e crianças, exploração
sexual de crianças, tráfico e deslocamento
de seres humanos e casamento forçado.
Segundo a ong Anti-Slavery
International, 20 milhões de indivíduos
se convertem em trabalhadores em servidão quando
lhes exigem seu trabalho como meio de pagar um empréstimo.
Essa organização estima que cerca de
70% de meninos trabalhadores atua no setor agrícola,
enquanto a maioria das meninas no mundo o faz no trabalho
infantil doméstico em casas de terceiros.
Entre os movimentos
de meninos e meninas que buscam atender este problema
se encontram o grupo de Meninos
e Meninas Trabalhadores na América Latina (NATS),
o Movimento Africano de Crianças e Jovens Trabalhadores
e Bhima
Sangha, no Sul da Ásia.
De acordo com a ong American
Anti-Slavery Group (AASG), entre os produtos elaborados
utilizando mão-de-obra em condições
de escravidão estão o açúcar
da República Dominicana, o chocolate da Costa
do Marfim, os clips para papel da China, os tapetes
do Nepal e os cigarros da Índia.
Estão disponíveis
na Internet páginas que listam os convênios
e protocolos relacionados com a escravidão.
No portal da Unesco há informação
histórica sobre a escravidão na América
Latina e no Caribe, bem como no África.
Ano
Internacional para a Comemoração da
Luta Contra a Escravidão e sua Abolição
(Inglês)
Organização
das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura, Unesco (Inglês)
Conferência
contra o Racismo a Discriminação Racial,
a Xenofobia e toda Intolerância relacionada
(Espanhol)
Declaração
Universal dos Direitos Humanos (Espanhol)
Anti-Slavery
International (Inglês)
Crianças
e Adolescentes Trabalhadores na América Latina
- NATS (Espanhol)
Bhima
Sangha (Inglês)
American
Anti-Slavery Group - AASG (Inglês)
Convênios
e Protocolos sobre Escravidão (Espanhol)
Fórum Econômico
Mundial
Entre
críticas de setores sociais, cerca de mil altos
executivos das maiores companhias do mundo reuniram-se
em Davos, Suíça, entre 21 e 25 de janeiro,
na Reunião
Anual do Fórum Econômico Mundial,
defensor da globalização. Dias antes,
em Mumbai, Índia, mais de cem mil participantes
clamaram que “outro mundo é possível”.
Segurança e prosperidade
foram os temas
centrais da reunião do Fórum Econômico
Mundial (FEM), ao qual assistiram membros do setor
empresarial, acadêmicos, representantes de organizações
não-governamentais e líderes religiosos.
Criado em 1971, o FEM tenta encontrar
soluções para os desafios mundiais através
de conferências e painéis de discussão.
Seus críticos afirmam que o objetivo desses
encontros é buscar o benefício particular
dos participantes às custas da sociedade e
do meio ambiente.
Em parte como resposta a críticas
por suas reuniões a portas fechadas, desde
2003 o FEM estabeleceu um fórum aberto de acesso
público. O tema do debate deste ano foi Globalização
ou Desglobalização para o Benefício
dos mais Pobres?.
Simultaneamente à reunião
do FEM aconteceu a conferência alternativa denominada
O
Olho Público em Davos, projeto de uma coalizão
de organizações não-governamentais
de todos os continentes.
Através desta iniciativa
se promove a globalização da justiça
e a sustentabilidade ambiental e se faz um chamado
para que as corporações assumam responsabilidade
por suas ações, como danos ao meio ambiente
e a comunidades locais.
A organização ambientalista
Friends of the Earth
diz que o primeiro relatório da iniciativa
do FEM denominada Iniciativa
de Governo Global revela até onde os grandes
negócios falham na proteção dos
recursos naturais do planeta e em atender as necessidades
dos mais pobres.
Essa iniciativa foi projetada
para monitorar o progresso dos esforços globais
para implementar as metas da Declaração
do Milênio das Nações Unidas.
O documento mostra que a comunidade internacional
atingiu a marca de três pontos, de um total
de dez, em áreas como meio ambiente, direitos
humanos e segurança.
Outros projetos do FEM são
a Iniciativa
de Gases Causadores do Efeito Estufa, que inclui
um registro
de emissões, de acesso público,
destes gases, iniciado no dia 22 de janeiro, Cidadania
Corporativa Global e Saúde Global.
Como contrapartida à reuniões
de Davos, criou-se o Fórum
Social Mundial (FSM), que se reuniu em Mumbai,
Índia, até o dia 21. O propósito
do FSM é estabelecer uma plataforma para discutir
estratégias de resistência ao modelo
globalizador do FEM.
Os presentes, uma mescla de políticos,
organizações não-governamentais,
líderes religiosos e anticapitalistas, trataram
uma variedade de assuntos, incluindo militarismo e
guerra, desenvolvimento sustentável e democrático,
direitos trabalhistas e religiosos, e cultura e identidade.
Uma das críticas a este
fórum é que carece de resultados concretos.
A agência Inter Press Service (IPS) oferece
em sua página
na Internet ampla cobertura de ambos os fóruns.
Reunião
Anual do Fórum Econômico Mundial
(Inglês)
“Globalização
ou Desglobalização para o Beneficio
dos mais Pobres?” (Inglês)
O
Olho Público em Davos (Inglês)
“Global
Governance Initiative” (Inglês)
Friends of the Earth
(Inglês)
Registro
de Emissões de Gases Causadores do Efeito Estufa
(Inglês)
Fórum Social
Mundial (Inglês)
Agência
Envolverde - Cobertura do FSM e FEM (Português)
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