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BRASIL: Kyoto, remédio para o lixo

RIO DE JANEIRO.-- Os grandes lixões deixarão de ser um grave problema sócio-ambiental brasileiro para se converter em fonte energética, graças ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto, afirmam funcionários governamentais.

A solução levada adiante pelos ministérios de Meio Ambiente e das Cidades aproveitará o gás metano produzido pelo lixo orgânico para gerar eletricidade e, por sua vez, créditos de carbono (que cobrirão os altos custos), para evitar a emissão de gases que aquecem a Terra.

O Brasil já tem aprovados dois projetos desse tipo e espera multiplicá-los mediante um programa que inicialmente selecionará 30 municípios com lixões sanitários adequados, disse ao Terramérica Cláudio Langone, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente.

A escolha será feita até julho, entre municípios com mais de 118 mil habitantes, que concentram a metade da população e 64% dos resíduos sólidos do país. Um estudo indicou que o lixo urbano pode gera te 389,5 megawatts em 2010 e 440,7 MW em 2015.

 
 

CUBA: Planos para deter a erosão costeira

HAVANA.- Um projeto apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura tenta deter a erosão na faixa costeira sul da província cubana de Havana.

O plano inclui a praia Maybeque, onde estão sendo colocadas estruturas de concreto para impedir a perda de areia, um fenômeno ambiental de sérias conseqüências para os ecossistemas costeiros.

Fará Carena, chefe do departamento de planejamento do município de Melena do Sul e coordenadora do projeto “Enfrentando a erosão na Praia Mayabeque”, disse ao Terramérica que anualmente se perde entre 20 a 100 centímetros de areia na costa sul da província.

A erosão costeira e as mudanças climáticas colocam em risco os moradores dessas regiões, devido à lenta elevação do nível do mar e súbitas penetrações do oceano derivadas de ciclones tropicais.

 
 

GUATEMALA: Venda de madeira certificada

GUATEMALA – Sete empresas de madeira processada de vários países acertaram comprar madeira certificada do departamento guatemalteco de el Petén, para fomentar o manejo sustentável de florestas.

Essas empresas são da Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Guatemala e do Caribe, disse ao Terramérica José Román Carrera, coordenador florestal regional da Aliança para Florestas.

Os acordos comerciais foram assinados com representantes de 11 comunidades e duas empresas privadas, que em conjunto manejam concessões florestais de 461 mil hectares de floresta no norte de El Petén, afirmou.

Carrera disse que foi acertada a compra de quase 1,5 milhão de pés lineares de madeira certificada, no valor de US$ 3,1 milhões.

A Aliança para as Florestas certifica o manejo florestal desse departamento através de um programa que exige aproveitamento florestal com manutenção do equilíbrio natural e boas condições sociais, além de dar apoio técnico às comunidades e empresas certificadas, segundo Carrera.

 
 

CHILE: Avaliação de derretimento de geleira

SANTIAGO.- Pela primeira vez na história do Chile, será realizado um processo sistemático de monitoramento de uma importante geleira na região austral do país, para medir derretimentos que possam estar associados ao fenômeno de aquecimento do planeta.

Francisco Riestra, diretor de Águas do Ministério de Obras Públicas na austral região de Aysén, disse ao Terramérica no último dia 19 que o estudo é possível graças à cooperação entre o governo chileno, o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento da França e o Centro de Estudos Científicos de Valdívia.

Equipes técnicas entregarão a cada seis meses informações sobre o caudal do rio Nef na bacia de Campos de Gelo Norte, uma vasta formação de geleiras.

Esses dados complementarão a informação habitual de 10 estações de recepção de informes enviados por satélites e outras 20 de monitoramento de recursos hídricos, todas do Ministério de Obras Públicas.

 
 

VENEZUELA: Lago Valencia em emergência

CARACAS.- O lago de Valencia, de 375 quilômetros quadrados e o segundo da Venezuela, na região centro-norte, está em estado de emergência pela contaminação causada pelo esgoto dos rios que desembocam em sua bacia e pelo iminente aumento de seu caudal com as primeiras águas da temporada de chuva.

A bacia do lago tem 3.140 quilômetros quadrados (0,3% do território venezuelano) e abriga 2,8 milhões de habitantes (13% da população) além de numerosas indústrias manufatureiras.

Com base na lógica dos serviços de água potável e esgotos, calcularemos quantas famílias assentadas nas margens devem ser retiradas”, disse ao Terramérica Luis Carlos Rodríguez, diretor ambiental do Estado de Aragua, que abriga parte do lago.

O Ministério do Meio Ambiente vai investir US$ 40 milhões nos próximos anos em um plano para recuperar o lago.

 
 

HONDURAS: Construção de aeroporto ameaça vestígios mayas

TEGUCIGALPA.- A Associação de Organismos Não-Governamentais de Honduras (Asonog) denunciou à Promotoria do Patrimônio Cultural e à do Meio Ambiente que a intenção estatal de construir um aeroporto no vale do rio Amarillo, no Estado de Copán, pode prejudicar o meio ambiente, ruínas mayas e a etnia maya-chorti, que ali habita.

Francisco Machado, diretor da Asonog, disse ao Terramérica que as autoridades, em seu afã de promover o turismo, anunciaram a construção do aeroporto, embora a Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura (Unesco) tenha indicado que a obra prejudicaria ruínas mayas.

Segundo Machado, a Unesco fez três avaliações do impacto da obra e recomendou realizá-las em outro lugar do Estado.



* Fonte: Inter Press Service.


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