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ARGENTINA: Controle atmosférico

BUENOS AIRES.- A cidade de Buenos Aires contará, a partir de setembro, com duas estações de controle da qualidade do ar, o que permitirá se conhecer, pela primeira vez, o grau de poluição da capital Argentina e projetar políticas contra o efeito estufa.
A unidade do Parque Centenário, inaugurada no final de agosto no centro da capital, foi o segundo elo de uma cadeia que começou com a instalação de uma base no bairro residencial de Palermo, na zona norte. Nos próximos meses, serão instaladas outras duas, em La Boca e Barracas, sul da cidade.
A intenção é avaliar a qualidade do ar em quatro zonas para ter “um panorama completo sobre as principais fontes de contaminação e promover políticas preventivas à mduança climática”, disse ao Terramérica o diretor de Controle de Qualidade Ambiental do governo, Diego Martinez.
Em Buenos Aires, localizada em uma planície varrida por ventos, moram cerca de 12 milhões de pessoas e circulam 3,5 milhões de veículos.

 
 

COLÔMBIA: Árvores em novo sistema viário de transporte

BOGOTÁ.- Cerca de 60 mil novas árvores serão plantadas ao longo do Sistema Integrado de Transporte de Massa, que está sendo construído na cidade de Cali, oeste da Colômbia, para compensar a perda de exemplares removidos para a construção da obra.
Jaime Córdoba, presidente da Empresa Metropolitana de Cali e promotor do projeto, afirma que as árvores também vão melhorar o meio ambiente da cidade.
Por outro lado, Alejandro Sánchez, da Fundação para a Defesa dos Animais e do Meio Ambiente, disse ao Terramérica que é necessário um fundo financeiro especial para o monitoramento, a vigilância e preservação das espécies na área do projeto, que está mudando dramaticamente a paisagem da cidade.
O Conselho Nacional de Política Econômica informou que US$ 2,8 milhões serão destinados à parte operacional e ambiental do projeto.

 
 

PERU: Lei de mineração com controle via satélite

LIMA.- Uma lei aprovada no Peru estabelece que as empresas mineradoras deverão submeter-se a rigorosas normas para minimizar danos ambientais e apresentar respaldo financeiro para garantir que ao término de suas operações não deixem uma herança de contaminação.
Além disso, a partir de 2006, um sistema de controle por satélite avaliará seu cumprimento.
“O Peru se põe na vanguarda da América Latina na questão da legislação ambiental de mineração”, disse ao Terramérica César Rodríguez, diretor-geral de Mineração do Ministério de Minas e Energia.
O governo “investirá cerca de US$ 150 mil no satélite e cada empresa terá de entrar com US$ 20 mil a US$ 30 mil para instalação dos sensores correspondentes”, acrescentou.
Nos últimos meses, foram freqüentes os conflitos entre mineradoras e comunidades camponesas que protestam contra a contaminação das águas que usam na irrigação.

 
 

BRASIL: Incerta tendência no desmatamento amazônico

RIO DE JANEIRO.- O desmatamento da Amazônia brasileira caiu bastante este ano, mas o futuro é incerto e não está assegurada uma nova tendência, segundo ambientalistas e pesquisadores.
Os fatos indicam que a redução pode ser mantida, com esforços concentrados entre junho e agosto, época crítica da devastação, disse Carlos Souza, secretário-executivo do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
Outros ativistas consideram passageiro o triunfo, se o governo não adotar medidas estruturais. O menor desmatamento foi apenas uma conjuntura favorável, de baixos preços internacionais da soja e da carne, que frearam a expansão agrícola, afirmam.
O governo anunciou, no final de agosto, que a área desmatada nos 11 meses encerrados em julho caiu para 9.106 quilômetros quadrados, metade da registrada em igual período anterior.
O Imazon, por outro lado, estima o desmatamento em 16 mil quilôpmetros, considerando os 12 meses encerrados em julho, com uma queda de 38%. “Continua sendo inaceitável, só voltamos à média dos anos 90”, disse Souza.



* Fonte: Inter Press Service.

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